segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Virá como Ladrão!
QUANDO?
“Mas, daquele Dia e Hora, ninguém sabe, nem os
Anjos que estão no Céu, nem o Filho, senão o Pai.” (Mc 13:32)
Pr. JuanribeDesde a época de Jesus, todos querem saber “Quando?”. A continuidade da fala do Senhor Jesus dá o tom de como devemos enfrentar esta curiosidade: “Pois, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao Dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca e não o perceberam, até que veio o Dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.” (Mt 24:37-39). No Evangelho de Lucas, Ele ainda diz: “E como também da mesma forma aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam. Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu fogo do Céu e enxofre, e os destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se há de manifestar.” (Lc 17:28-30)
O tom é a Vigilância sobre a certeza Daquele Dia e não sobre o “Quando?”.
Ao frisar que, na época de Noé, “comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento”, Jesus mostra que as pessoas tinham muitos planos para o futuro e nenhuma atividade espiritual. Tal e qual agora. Igualmente, o Senhor citou Ló, confirmando o Juízo para Sodoma.
Note que, enquanto Noé e Ló permaneceram entre o povo, o Mal não veio. Assim também será nos Últimos Dias: enquanto os salvos estiverem no Mundo, nada acontecerá à Humanidade. Por isso os salvos são o sal da Terra. Mas esta situação só permanecerá até o dia em que eles forem arrebatados. Em seguida, Jesus contou a Parábola do Ladrão:
“Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor; Sabei, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis. Então Pedro perguntou: Senhor, dizes essa parábola a nós ou também a todos?Respondeu o Senhor: Olhai! Vigiai! Porque não sabeis quando chegará o Tempo.” (Mt 24:42, Lc 12:39, Mt 24:44, Lc 12:41-42a, Mc 13:33).
Jesus comparou a chegada Daquele Dia com a chegada de um ladrão que planeja todo o assalto e nunca avisa a vítima com antecedência. Nenhum ladrão manda carta, telegrama, fax ou e-mail, dizendo: “Prezada vítima: amanhã, a tal hora, assaltarei a sua casa. Deixe tudo preparado”. O elemento de ataque é a surpresa. Quando a vítima vê, já é o assalto. Assim será aquele Dia: de súbito e inesperado! Outra coisa: o ladrão sempre leva da casa o que é mais precioso. O que o Senhor levará da Igreja: os bancos? A aparelhagem de som? Os cofres? As catedrais? Nada é mais valioso do que as vidas que Ele comprou com o Seu próprio sangue!
Se já chegou aos ouvidos do “dono da casa” que “o ladrão” tem o plano de roubá-la, deve vigiar o tempo todo. Esta pregação do Senhor Jesus causou profunda impressão nos Apóstolos. Pedro, mais tarde, escreverá na sua segunda carta: “Virá, pois, como ladrão o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas” (II Pe 3:10).
Paulo, usando a mesma figura de linguagem, escreveu aos Tessalonicenses: “Irmãos, acerca dos tempos e das épocas não necessitais de que se vos escreva: porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o Dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite; pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que Aquele Dia, como ladrão, vos surpreenda” (I Ts 5:1-4).
E duas vezes, em Apocalipse, o Senhor Glorificado repete a comparação: “Lembra-te, portanto, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o e arrepende-te. Pois se não vigiares, virei como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei” (Ap 3:3). “Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu e não se veja a sua nudez” (Ap 16:15).
Vamos deixar os cálculos de lado e VIGIAR, porque toda vez que o”cálculo” de um profeta falha, há um relaxo espiritual, como se tudo fosse lenda. Noé e Ló não foram mitos, porque Jesus, que nunca mentiu, confirmou suas existências. Não sabemos o Dia e nem a Hora. Mas uma certeza temos: ELE VEM!
Pastor Juanribe Pagliarin
“Mas, daquele Dia e Hora, ninguém sabe, nem os
Anjos que estão no Céu, nem o Filho, senão o Pai.” (Mc 13:32)
Pr. JuanribeDesde a época de Jesus, todos querem saber “Quando?”. A continuidade da fala do Senhor Jesus dá o tom de como devemos enfrentar esta curiosidade: “Pois, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao Dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca e não o perceberam, até que veio o Dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.” (Mt 24:37-39). No Evangelho de Lucas, Ele ainda diz: “E como também da mesma forma aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam. Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu fogo do Céu e enxofre, e os destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se há de manifestar.” (Lc 17:28-30)
O tom é a Vigilância sobre a certeza Daquele Dia e não sobre o “Quando?”.
Ao frisar que, na época de Noé, “comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento”, Jesus mostra que as pessoas tinham muitos planos para o futuro e nenhuma atividade espiritual. Tal e qual agora. Igualmente, o Senhor citou Ló, confirmando o Juízo para Sodoma.
Note que, enquanto Noé e Ló permaneceram entre o povo, o Mal não veio. Assim também será nos Últimos Dias: enquanto os salvos estiverem no Mundo, nada acontecerá à Humanidade. Por isso os salvos são o sal da Terra. Mas esta situação só permanecerá até o dia em que eles forem arrebatados. Em seguida, Jesus contou a Parábola do Ladrão:
“Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor; Sabei, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis. Então Pedro perguntou: Senhor, dizes essa parábola a nós ou também a todos?Respondeu o Senhor: Olhai! Vigiai! Porque não sabeis quando chegará o Tempo.” (Mt 24:42, Lc 12:39, Mt 24:44, Lc 12:41-42a, Mc 13:33).
Jesus comparou a chegada Daquele Dia com a chegada de um ladrão que planeja todo o assalto e nunca avisa a vítima com antecedência. Nenhum ladrão manda carta, telegrama, fax ou e-mail, dizendo: “Prezada vítima: amanhã, a tal hora, assaltarei a sua casa. Deixe tudo preparado”. O elemento de ataque é a surpresa. Quando a vítima vê, já é o assalto. Assim será aquele Dia: de súbito e inesperado! Outra coisa: o ladrão sempre leva da casa o que é mais precioso. O que o Senhor levará da Igreja: os bancos? A aparelhagem de som? Os cofres? As catedrais? Nada é mais valioso do que as vidas que Ele comprou com o Seu próprio sangue!
Se já chegou aos ouvidos do “dono da casa” que “o ladrão” tem o plano de roubá-la, deve vigiar o tempo todo. Esta pregação do Senhor Jesus causou profunda impressão nos Apóstolos. Pedro, mais tarde, escreverá na sua segunda carta: “Virá, pois, como ladrão o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas” (II Pe 3:10).
Paulo, usando a mesma figura de linguagem, escreveu aos Tessalonicenses: “Irmãos, acerca dos tempos e das épocas não necessitais de que se vos escreva: porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o Dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite; pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que Aquele Dia, como ladrão, vos surpreenda” (I Ts 5:1-4).
E duas vezes, em Apocalipse, o Senhor Glorificado repete a comparação: “Lembra-te, portanto, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o e arrepende-te. Pois se não vigiares, virei como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei” (Ap 3:3). “Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu e não se veja a sua nudez” (Ap 16:15).
Vamos deixar os cálculos de lado e VIGIAR, porque toda vez que o”cálculo” de um profeta falha, há um relaxo espiritual, como se tudo fosse lenda. Noé e Ló não foram mitos, porque Jesus, que nunca mentiu, confirmou suas existências. Não sabemos o Dia e nem a Hora. Mas uma certeza temos: ELE VEM!
Pastor Juanribe Pagliarin
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Mornos Espirituais
Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca (Ap. 15).
Qual era o problema da igreja em Laodicéia? Jesus dá o diagnóstico: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca (Ap. 15).
É a única vez na bíblia toda que alguém é capaz de provocar náuseas em Deus, a ponto de ser vomitado. A igreja havia se tornado tão inútil, que Jesus estava quase a ponto de vomitá-la da sua boca.
É o caso daqueles que freqüentam os cultos, ouvem a mensagem, são amigos do pastor, fazem uma oferta aqui e ali, vão num mutirão, a um acampamento da igreja, mas nada de compromisso sério com Cristo, suas vidas são tão velhas e ímpias quanto antes.Esses são os "crentes" mornos e estão sempre tentando esconder isso.
Mornidão espiritual é uma crônica indiferença para com as realidades espirituais. Um crônico desinteresse para com qualquer reunião de oração, leitura da bíblia, ou para com a vida de comunhão.
Qualquer um de nós pode ser atingido pela mornidão espiritual. Não é que a pessoa abandonou a fé, na aparência é como se ela estivesse bem; ela sabe que não está bem, mas esconde isso de todo mundo.
Sinais que aparecem quando a mornidão ataca uma pessoa.
- As coisas de Deus – as disciplinas espirituais, são feitas na medida da conveniência. Quando é possível, quando não atrapalha, quando tudo já estiver terminado, quando não houver mais nada para fazer, e ainda resta alguma vontade.
- A participação dessa pessoa morna é mínima nas atividades da igreja. E quando ela vem, o alimento espiritual não lhe parece apetitoso. Aquela vinda à igreja se torna o prato da crítica, da murmuração, da fofoca, da insubmissão o resto da semana.
- A falta de comunhão com Deus começa a refletir-se no seu relacionamento com as outras pessoas. A intolerância, a falta de perdão, a impaciência, a crítica injusta, a rebeldia, a arrogância, o egoísmo passam a dominar as atitudes dessa pessoa atacada pela mornidão espiritual.
Um fato interessante, é que o crente morno não é morno para tudo. Ele não é morno para o seu trabalho; não é morno para o seu divertimento; não é morno para o seu time de futebol; não é morno para o seu ídolo musical; não é morno para a Internet; não é morno para a academia; não é morno para o futebol no final de semana; enfim: ele não é morno para as suas paixões mundanas.
A mornidão ataca apenas uma área da sua vida – a espiritual. Deus acaba se cansando dessa náusea diante dEle e literalmente vomita o crente morno. É por isso que alguns crentes desaparecem prematuramente.
Alguém pode perguntar: como é que um crente, e mesmo uma igreja inteira pode ser acometida de mornidão espiritual? Tudo começa com um equivocado sistema de medição. Eles confundiam sucesso material com maturidade espiritual.
Jesus disse como isso ocorria: "pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma..." (Ap. 3:17). Jesus, na parábola do semeador disse: As sementes que caíram no meio dos espinhos são as pessoas que ouvem a mensagem. Porém as preocupações, as riquezas e os prazeres desta vida aumentam e sufocam essas pessoas. Por isso os frutos que elas produzem nunca amadurecem. (Lc 8:14).
Riqueza, felicidade, bens materiais, divertimento, jamais facilitou o crescimento espiritual do crente. Jamais. Quanto mais você tiver, mais difícil será a sua entrada no reino de Deus.
Quanto mais fácil for a sua vida material, mais difícil será o seu caminho para o centro da vontade de Deus, mais difícil será desenvolver a sua salvação. É por isso que você vai encontrar poucos, pouquíssimos ricos no céu.
Jesus foi muito honesto com a igreja de Laodicéia: Vocês dizem: ‘Somos ricos, estamos bem de vida e temos tudo o que precisamos.’ Mas não sabem que são miseráveis, infelizes, pobres, nus e cegos. (Ap. 3.17).
Você consegue imaginar uma pessoa nessas condições? Pode imaginar o retrato de uma igreja nessas condições? Mas era assim que eles eram vistos aos olhos de Jesus. Antes de Laodicéia encontrar o Juizo de Deus, ela encontrou o mensageiro de Cristo. Jesus usou um ‘anjo’, um mensageiro de boas noticias.
Deus sempre está disposto a mandar um mensageiro na frente do juízo. Se alguém ouvir o mensageiro, não precisará enfrentar o juízo. Obedeça a mensagem, valorize o mensageiro.
Livre-se da tolerância, para com o pecado da indiferença. Para ser curado você precisa antes de tudo ver isso como uma transgressão da Lei de Deus. Jesus disse que o grande mandamento é: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Não amar é transgredir. Transgredir é pecar. Sem confissão de pecados, não há cura.
Se você está cansado de ser morno, se você está sentido que o deserto está lhe sufocando, então venha a Cristo e diga: ó Senhor, tu amaste a igreja de Laodicéia, então, ajuda-me também!
Arrependa-se. O verdadeiro arrependimento não é medido pelas lagrimas derramadas, mas pela mudança da direção dos passos. É mudança de paradigma, mudança de mente, mudança de atitude.
Portanto, aconselho que comprem de mim ouro puro para que sejam, de fato, ricos. E comprem roupas brancas para se vestir e cobrir a sua nudez vergonhosa. Comprem também colírio para os olhos a fim de que possam ver. (v. 18).
O verdadeiro ouro é o relacionamento com Deus – entre Pai e filho. A verdadeira roupa é a justiça de Cristo que nos cobre de toda a injustiça. A verdadeira medicina para os olhos é o discernimento espiritual para julgar todas as coisas como elas de fato são.
Quando dizemos que a nossa missão é transformar vidas, mas não comparecemos nas reuniões de oração semanais alegando falta de tempo, porventura não é isso provocar o zelo de Deus? Quando dizemos que assumimos o nosso compromisso diante de Deus de sustentar a sua obra com o nosso dízimo e nossa oferta, e muitas vezes desviamos esse dinheiro para nossas próprias coisas, não é o zelo de Deus que provocamos?
Aqui vai uma advertência. Nós não estamos brincando de igreja, estamos lutando pela salvação de nossas almas e pela salvação dos perdidos. Tome uma posição! Obedeça! Volte-se para Cristo, arrependido de toda indiferença, de toda frieza nas coisas espirituais, pedindo ouro, linho fino e colírio para os olhos da fé.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Fonte: http://www.ictrindade.com.br
Qual era o problema da igreja em Laodicéia? Jesus dá o diagnóstico: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca (Ap. 15).
É a única vez na bíblia toda que alguém é capaz de provocar náuseas em Deus, a ponto de ser vomitado. A igreja havia se tornado tão inútil, que Jesus estava quase a ponto de vomitá-la da sua boca.
É o caso daqueles que freqüentam os cultos, ouvem a mensagem, são amigos do pastor, fazem uma oferta aqui e ali, vão num mutirão, a um acampamento da igreja, mas nada de compromisso sério com Cristo, suas vidas são tão velhas e ímpias quanto antes.Esses são os "crentes" mornos e estão sempre tentando esconder isso.
Mornidão espiritual é uma crônica indiferença para com as realidades espirituais. Um crônico desinteresse para com qualquer reunião de oração, leitura da bíblia, ou para com a vida de comunhão.
Qualquer um de nós pode ser atingido pela mornidão espiritual. Não é que a pessoa abandonou a fé, na aparência é como se ela estivesse bem; ela sabe que não está bem, mas esconde isso de todo mundo.
Sinais que aparecem quando a mornidão ataca uma pessoa.
- As coisas de Deus – as disciplinas espirituais, são feitas na medida da conveniência. Quando é possível, quando não atrapalha, quando tudo já estiver terminado, quando não houver mais nada para fazer, e ainda resta alguma vontade.
- A participação dessa pessoa morna é mínima nas atividades da igreja. E quando ela vem, o alimento espiritual não lhe parece apetitoso. Aquela vinda à igreja se torna o prato da crítica, da murmuração, da fofoca, da insubmissão o resto da semana.
- A falta de comunhão com Deus começa a refletir-se no seu relacionamento com as outras pessoas. A intolerância, a falta de perdão, a impaciência, a crítica injusta, a rebeldia, a arrogância, o egoísmo passam a dominar as atitudes dessa pessoa atacada pela mornidão espiritual.
Um fato interessante, é que o crente morno não é morno para tudo. Ele não é morno para o seu trabalho; não é morno para o seu divertimento; não é morno para o seu time de futebol; não é morno para o seu ídolo musical; não é morno para a Internet; não é morno para a academia; não é morno para o futebol no final de semana; enfim: ele não é morno para as suas paixões mundanas.
A mornidão ataca apenas uma área da sua vida – a espiritual. Deus acaba se cansando dessa náusea diante dEle e literalmente vomita o crente morno. É por isso que alguns crentes desaparecem prematuramente.
Alguém pode perguntar: como é que um crente, e mesmo uma igreja inteira pode ser acometida de mornidão espiritual? Tudo começa com um equivocado sistema de medição. Eles confundiam sucesso material com maturidade espiritual.
Jesus disse como isso ocorria: "pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma..." (Ap. 3:17). Jesus, na parábola do semeador disse: As sementes que caíram no meio dos espinhos são as pessoas que ouvem a mensagem. Porém as preocupações, as riquezas e os prazeres desta vida aumentam e sufocam essas pessoas. Por isso os frutos que elas produzem nunca amadurecem. (Lc 8:14).
Riqueza, felicidade, bens materiais, divertimento, jamais facilitou o crescimento espiritual do crente. Jamais. Quanto mais você tiver, mais difícil será a sua entrada no reino de Deus.
Quanto mais fácil for a sua vida material, mais difícil será o seu caminho para o centro da vontade de Deus, mais difícil será desenvolver a sua salvação. É por isso que você vai encontrar poucos, pouquíssimos ricos no céu.
Jesus foi muito honesto com a igreja de Laodicéia: Vocês dizem: ‘Somos ricos, estamos bem de vida e temos tudo o que precisamos.’ Mas não sabem que são miseráveis, infelizes, pobres, nus e cegos. (Ap. 3.17).
Você consegue imaginar uma pessoa nessas condições? Pode imaginar o retrato de uma igreja nessas condições? Mas era assim que eles eram vistos aos olhos de Jesus. Antes de Laodicéia encontrar o Juizo de Deus, ela encontrou o mensageiro de Cristo. Jesus usou um ‘anjo’, um mensageiro de boas noticias.
Deus sempre está disposto a mandar um mensageiro na frente do juízo. Se alguém ouvir o mensageiro, não precisará enfrentar o juízo. Obedeça a mensagem, valorize o mensageiro.
Livre-se da tolerância, para com o pecado da indiferença. Para ser curado você precisa antes de tudo ver isso como uma transgressão da Lei de Deus. Jesus disse que o grande mandamento é: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Não amar é transgredir. Transgredir é pecar. Sem confissão de pecados, não há cura.
Se você está cansado de ser morno, se você está sentido que o deserto está lhe sufocando, então venha a Cristo e diga: ó Senhor, tu amaste a igreja de Laodicéia, então, ajuda-me também!
Arrependa-se. O verdadeiro arrependimento não é medido pelas lagrimas derramadas, mas pela mudança da direção dos passos. É mudança de paradigma, mudança de mente, mudança de atitude.
Portanto, aconselho que comprem de mim ouro puro para que sejam, de fato, ricos. E comprem roupas brancas para se vestir e cobrir a sua nudez vergonhosa. Comprem também colírio para os olhos a fim de que possam ver. (v. 18).
O verdadeiro ouro é o relacionamento com Deus – entre Pai e filho. A verdadeira roupa é a justiça de Cristo que nos cobre de toda a injustiça. A verdadeira medicina para os olhos é o discernimento espiritual para julgar todas as coisas como elas de fato são.
Quando dizemos que a nossa missão é transformar vidas, mas não comparecemos nas reuniões de oração semanais alegando falta de tempo, porventura não é isso provocar o zelo de Deus? Quando dizemos que assumimos o nosso compromisso diante de Deus de sustentar a sua obra com o nosso dízimo e nossa oferta, e muitas vezes desviamos esse dinheiro para nossas próprias coisas, não é o zelo de Deus que provocamos?
Aqui vai uma advertência. Nós não estamos brincando de igreja, estamos lutando pela salvação de nossas almas e pela salvação dos perdidos. Tome uma posição! Obedeça! Volte-se para Cristo, arrependido de toda indiferença, de toda frieza nas coisas espirituais, pedindo ouro, linho fino e colírio para os olhos da fé.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Fonte: http://www.ictrindade.com.br
sábado, 22 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
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